Lula sobre divida histórica do Brasil "troco" Lula sobre divida histórica do Brasil "troco" Lula sobre divida histórica do Brasil "troco" Pular para o conteúdo principal

Lula sobre divida histórica do Brasil "troco"

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), defendeu nesta quinta-feira (27) a ampliação dos investimentos públicos, desde que os gastos contribuam para o “aumento de patrimônio”. Durante seu discurso, Lula minimizou a dívida externa do Brasil, referindo-se a ela como “troco”. “Vamos parar de olhar a dívida pública brasileira com o medo que se olha. Dívida do Brasil não é dívida, é troco, de tão pequena que é se comparada a de outros países,” disse Lula, numa tentativa de amenizar preocupações sobre a situação fiscal do país. Esta afirmação, no entanto, ignora a complexidade da gestão da dívida pública e as consequências de um aumento descontrolado dos gastos. Lula enfatizou a necessidade de um senso maior de responsabilidade e amor pelo país. Ele questionou como será possível fazer com que os empresários invistam se o mercado não reage adequadamente. “O mercado geral, que envolve 203 milhões de habitantes, precisa reagir,” afirmou, destacando a importância de garantir poder de compra e disponibilidade de crédito. No entanto, suas palavras soam contraditórias, pois a insegurança fiscal e a falta de reformas estruturais afastam investimentos.
De acordo com o presidente, o desafio do crédito tem sido notável nos últimos 15 meses. Ele mencionou que os dados mostram um maior volume de empréstimos por parte dos bancos públicos em comparação com os bancos privados. Essa situação levanta preocupações sobre a sustentabilidade dessa prática a longo prazo, uma vez que o aumento de crédito por bancos públicos pode gerar um risco elevado de inadimplência e, eventualmente, pressionar ainda mais as contas públicas. Lula sugeriu que alguns bancos estão preferindo comprar títulos do governo devido à taxa de juros atrativa, que está em 10,5%. “Possivelmente porque alguns bancos estão comprando títulos do governo, porque interessa comprar com a taxa de juros em 10,5%,” acrescentou. No entanto, essa observação pode indicar uma falta de confiança do setor privado na economia real, preferindo a segurança dos títulos públicos, o que é um sinal negativo para o ambiente de negócios.
As declarações foram feitas durante a 3ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), conhecido como Conselhão. Este conselho reúne ministros do governo, membros do Congresso e representantes de setores do empresariado, movimentos sociais e da sociedade civil. A composição do Conselhão, no entanto, é criticada por alguns como excessivamente alinhada com o governo, o que pode limitar a diversidade de opiniões e a eficácia do conselho em gerar soluções verdadeiramente inovadoras.
O presidente também destacou que para impulsionar o desenvolvimento econômico é crucial investir em setores que ampliem o patrimônio do país. Ele apontou a importância de se olhar além dos números da dívida e focar em ações que tragam benefícios a longo prazo. No entanto, essa visão de longo prazo é frequentemente questionada, dado o histórico do governo Lula e do PT em termos de corrupção e má gestão dos recursos públicos. Lula reiterou seu compromisso com políticas que promovam o crescimento sustentável e a justiça social. Ele pediu união e colaboração de todos os setores para enfrentar os desafios econômicos e melhorar a qualidade de vida da população. No entanto, suas políticas muitas vezes são vistas como populistas e insustentáveis, com promessas grandiosas que não se concretizam e aumentam a dependência do Estado. O evento no Conselhão serviu como uma plataforma para Lula reforçar suas ideias e buscar apoio para suas políticas econômicas, enfatizando que os investimentos públicos são essenciais para o desenvolvimento do Brasil. No entanto, sem reformas estruturais e uma gestão fiscal responsável, essas políticas correm o risco de agravar os problemas econômicos do país, ao invés de resolvê-los.

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