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Girão desafia Moraes após exposição de ‘gabinete da ousadia’ de Lula

Em um discurso contundente no Senado Federal, o senador Eduardo Girão ergueu sua voz mais uma vez para denunciar os abusos perpetrados pelo ministro Alexandre de Moraes nos inquéritos políticos conduzidos no Supremo Tribunal Federal. Girão, com firmeza, expressou sua preocupação com o estado atual do Brasil, caracterizando-o como um momento sombrio em nossa história democrática. O senador Girão expôs que o ministro Alexandre de Moraes ordenou a prisão de 208 indivíduos ligados aos eventos do dia 8 de janeiro, sob alegações de descumprimento de medidas cautelares, e autorizou a Polícia Federal a investigar e prender aqueles que estiveram em outros países. Ele destacou a magnitude dessas operações, comparando-as a algumas fases da Operação Lava Jato, mas ressaltou uma diferença crucial: enquanto a Lava Jato visava criminosos, as operações atuais parecem alvejar opositores políticos do governo. O senador Girão enfatizou que uma sucessão de arbitrariedades tem sido cometida contra cidadãos brasileiros, privando-os de seus direitos constitucionais e transformando-os em presos políticos. Ele citou casos específicos de cidadãos pacíficos e idosos, inclusive portando Bíblias, sendo acusados de crimes graves sem o devido respeito ao processo legal. Além disso, Girão apontou a condução autoritária dos inquéritos das fake news e das milícias digitais pelo ministro Alexandre de Moraes. Ele destacou recentes reportagens sobre um suposto "gabinete da ousadia", envolvendo membros do governo, do PT e influenciadores digitais, cujo objetivo seria influenciar o debate público e atacar críticos do governo.
O senador fez um apelo veemente pelo fim das perseguições e pela restauração da justiça e da democracia no Brasil. Ele questionou a inação do Senado diante dos constantes abusos, especialmente graças à postura do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, que tem engavetado pedidos de impeachment de ministros das cortes superiores. Girão ressaltou que, apesar das denúncias e do conhecimento público sobre os inquéritos secretos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes, a Casa legislativa permanece inerte. Ele mencionou a ex-procuradora-geral da República Raquel Dodge, que promoveu o arquivamento do inquérito das Fake News, e diversos juristas que têm denunciado as violações ao devido processo legal. O senador expôs uma série de violações de direitos humanos, incluindo invasões de residências, perseguições a jornalistas e parlamentares, censura à imprensa, multas abusivas e prisões em massa sem individualização de condutas. Ele destacou a morte de Clériston Pereira da Cunha no cárcere, enquanto aguardava apreciação de um pedido de soltura. Mesmo diante de todas essas informações, Girão lamentou a falta de ação do Senado em lidar com a situação, enfatizando que todos os pedidos de impeachment e projetos de lei continuam parados nas gavetas de Rodrigo Pacheco. O discurso do senador Girão ecoa como um alerta para os perigos que ameaçam a democracia brasileira e como um apelo por justiça, respeito aos direitos humanos e retorno ao Estado de direito. Resta agora aguardar se suas palavras terão eco e se ações concretas serão tomadas para reverter o atual cenário sombrio que assola o país.

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