Escolha de substituto de secretário cria novo racha no desgoverno Escolha de substituto de secretário cria novo racha no desgoverno Escolha de substituto de secretário cria novo racha no desgoverno Pular para o conteúdo principal

Escolha de substituto de secretário cria novo racha no desgoverno

As bancadas do agronegócio na Câmara dos Deputados e no Senado Federal estão insatisfeitas com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva desde o início de sua gestão. Apesar das diferenças ideológicas, o setor está pressionando pela aprovação do projeto Combustível do Futuro, que estabelece um marco regulatório para os biocombustíveis e prevê um aumento na porcentagem de combustíveis renováveis no diesel. No entanto, o projeto está parado no Senado. Recentes movimentos do governo prejudicaram uma estratégia de aproximação liderada pelos ministros Carlos Fávaro, da Agricultura, e Geraldo Alckmin, da Indústria. O leilão controverso para a compra de arroz irritou líderes do setor no Congresso Nacional e distanciou o agronegócio do governo. Agora, o setor está pressionando o governo a cancelar o certame devido às acusações de irregularidades envolvendo as empresas vencedoras da licitação. Alguns deputados da oposição, inclusive aqueles alinhados ao agronegócio, estão coletando assinaturas para abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o leilão. O caso resultou na demissão de Neri Geller, então secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, intensificando a discordância entre o governo e o agronegócio. Durante reuniões com autoridades do governo, a bancada do agronegócio rejeitou a indicação do deputado Guilherme Campos (PSD-SP) para a secretaria de Política Agrícola, argumentando que desejam ser consultados sobre a escolha do substituto de Geller. Dentro do Congresso Nacional, há esforços para promover o nome de Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) como um possível articulador para a indicação.

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