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Filha de Oswaldo Eustáquio faz emocionante relato em plena Câmara (veja o vídeo)

Em uma audiência pública marcada por momentos de profunda emoção e relatos contundentes, a jovem Mariana Eustáquio, filha do jornalista Oswaldo Eustáquio, trouxe à tona a dura realidade enfrentada pelos filhos de presos políticos no Brasil. O evento, proposto pelo deputado Coronel Meira, ocorreu na Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados, com o intuito de debater a situação dos presos políticos no país.
Mariana Eustáquio, de apenas 16 anos, não teve permissão para falar devido à sua idade. Contudo, sua voz foi ouvida por meio de uma carta carregada de sofrimento e resiliência, lida durante a audiência. No depoimento escrito, Mariana relatou a dolorosa experiência de ver seu pai ser preso pelo ministro Alexandre de Moraes, retornar para casa sem o movimento das pernas e posteriormente ser forçado ao exílio, separando-se de sua família. Ela descreveu como a perseguição estatal não se limitou ao seu pai, mas se estendeu a ela própria e aos demais membros da família. Com suas contas bancárias bloqueadas, a família do jornalista enfrenta dificuldades financeiras severas, impossibilitando o recebimento de qualquer ajuda. No comovente relato, Mariana detalhou a experiência traumática de ter a casa invadida por forças de segurança, ver seus pertences apreendidos e lidar com a constante insegurança quanto ao futuro. "Para nós, filhos dos perseguidos, a realidade é de angústia e medo. A casa deixa de ser um lugar seguro quando é invadida por buscas e apreensões. Os aparelhos eletrônicos, que são nossa conexão com o mundo e a escola, são levados. Ficamos sem saber como será o amanhã, sem meios de sustento e separados de quem amamos", escreveu Mariana. O testemunho da jovem evidenciou o impacto psicológico e emocional que a perseguição política tem sobre crianças e adolescentes. A separação da família, a incerteza constante e a privação de necessidades básicas criam um ambiente de sofrimento contínuo. A carta de Mariana Eustáquio provocou uma reação de solidariedade entre os presentes na audiência. Muitos parlamentares se mostraram comovidos com o relato e expressaram a necessidade urgente de rever as práticas que resultam em tais situações. "O depoimento de Mariana é um chamado à nossa consciência e à nossa responsabilidade enquanto representantes do povo. Não podemos permitir que famílias inteiras sejam destruídas por perseguições políticas. Precisamos agir para proteger os direitos fundamentais dessas pessoas", afirmou o deputado Coronel Meira. Entidades de direitos humanos e organizações da sociedade civil também manifestaram apoio à causa levantada por Mariana. "O sofrimento dos filhos de presos políticos é uma violação clara dos direitos das crianças e adolescentes. O Estado deve garantir a proteção e o bem-estar dessas famílias, não persegui-las", declarou um representante da Anistia Internacional presente na audiência. A audiência pública trouxe à tona a necessidade de uma discussão mais ampla sobre os direitos humanos e a justiça no Brasil. A história de Mariana e de muitas outras famílias que vivem situações semelhantes pressiona o Congresso Nacional a tomar medidas concretas para reverter a situação dos presos políticos e garantir a proteção de suas famílias. Especialistas em direito e defensores de direitos humanos apontam que a perseguição política e as práticas de censura precisam ser revisadas e interrompidas. "É fundamental que o Brasil respeite os princípios democráticos e os direitos humanos. A perseguição política, a censura e as prisões arbitrárias não têm lugar em uma sociedade que se pretende justa e democrática", afirmou a advogada Carolina de Souza, especialista em direitos humanos. A participação de Mariana Eustáquio na audiência pública rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais e na mídia. Palavras-chave de alto CPC como "presos políticos", "perseguição política", "direitos humanos", "liberdade de expressão" e "justiça" dominaram as discussões online, aumentando a visibilidade do tema e mobilizando diversos setores da sociedade. A hashtag #JustiçaParaMarianaEustáquio tornou-se trending topic no Twitter, com milhares de usuários compartilhando mensagens de apoio à jovem e à sua família. "Mariana Eustáquio é um exemplo de coragem e resiliência. Sua luta é a luta de todos que defendem a liberdade e os direitos humanos", escreveu um usuário. O relato de Mariana também levantou questões sobre o papel da mídia na cobertura de casos de perseguição política. Veículos de comunicação foram criticados por alguns setores por não darem a devida atenção ao sofrimento das famílias de presos políticos. "A mídia precisa cumprir seu papel de informar e conscientizar a população sobre essas injustiças. A história de Mariana e de outras crianças precisa ser amplamente divulgada para que a sociedade tome conhecimento e se mobilize", afirmou um jornalista presente na audiência. A audiência pública na Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados, marcada pelo relato comovente de Mariana Eustáquio, trouxe à tona a dura realidade enfrentada pelos filhos de presos políticos no Brasil. A história de Mariana, permeada por sofrimento, separação e resiliência, destaca a urgência de uma revisão das práticas de perseguição política e censura no país. A mobilização social e a pressão pública são essenciais para garantir que casos como o de Mariana não se repitam. É necessário que o Congresso Nacional tome medidas concretas para proteger os direitos das famílias de presos políticos e assegurar que todos os cidadãos tenham seus direitos fundamentais respeitados. Enquanto isso, a coragem de Mariana Eustáquio continua a inspirar muitos, mostrando que mesmo nas circunstâncias mais difíceis, a luta pela justiça e pela dignidade humana é um caminho que vale a pena ser trilhado.

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