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“Não há perdão para quem atenta contra seu país”, diz Lula

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta 2ª feira (8.jan.2024) que não há perdão para aqueles que atentaram contra a democracia, contra o país e contra as pessoas. Ele discursou durante o evento “Democracia Inabalada”, no Congresso Nacional. O ato marcou 1 ano do 8 de Janeiro.

“Todos aqueles que financiaram, planejaram e executaram a tentativa de golpe devem ser exemplarmente punidos. Não há perdão para quem atenta contra a democracia, contra seu país e contra o seu próprio povo. O perdão soaria como impunidade. E a impunidade, como salvo-conduto para novos atos terroristas”, afirmou.


No Salão Negro do Congresso, espaço nobre que une parte da Câmara dos Deputados e parte do Senado, reuniram-se cerca de 500 convidados, entre autoridades, corpo diplomático e políticos. O evento estava marcado para começar às 15h, mas só começou cerca de meia hora mais tarde.

Lula também disse que, caso a “tentativa de golpe” fosse bem sucedida, o país estaria, hoje, imerso no caos social e econômico. Disse ainda que a Amazônia estaria ameaçada porque era assim que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) atuava.

Para o presidente, os discursos de ódio foram combustível para o 8 de Janeiro, há 1 ano. Ele defendeu ainda uma regulamentação das redes sociais, dizendo que enquanto isso não for feito a democracia estará em ameaça.

Ao iniciar seu discurso, enquanto ainda tecia os cumprimentos, Lula fez uma deferência ao ex-presidente José Sarney. “Tem papel muito importante na democracia do país”, afirmou. Encerrou com a frase: “Viva a democracia, e democracia sempre”.

Lula também rebateu críticas ao processo eleitoral e às urnas eletrônicas. Afirmou que foi quem mais participou das eleições sobre esse formato e que, se o ex-presidente Bolsonaro não acredita no método, deveria ter renunciado, assim como seus filhos que são congressistas eleitos.


Os convidados começaram a chegar ao Salão Negro do Congresso por volta das 14h30. Ministros, congressistas e outras autoridades públicas confraternizaram enquanto a cerimônia não começava. O clima em geral era de celebração. Muitos dos convidados ressaltavam o discurso de que as instituições federais salvaram a democracia.

Os ministros Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e José Múcio (Defesa) posaram para jornalistas fazendo o símbolo do “L” com as mãos, gesto caracterizado durante a campanha eleitoral de 2022 como o dos apoiadores de Lula. Ao lado deles, estavam os 3 comandantes das Forças Armadas.

Veja abaixo:

Os ministros Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e José Múcio (Defesa) fazem o L no Congresso

Ao chegar, o ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB), afirmou que o evento é a “celebração da democracia e a união do Brasil” e que “é olhar para o futuro e o desejo de que a paz prevaleça sempre no nosso país”.

No início da cerimônia, Lula, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e outras autoridades fizeram a entrega simbólica de uma tapeçaria do artista plástico e paisagista Burle Marx, que havia sido danificada no 8 de Janeiro, e de uma réplica da Constituição.


A peça retornou ao Salão Negro do Congresso em 23 de outubro de 2023, depois de ser restaurada. De acordo com o Senado, a obra é estimada em R$ 4 milhões pelo Instituto Burle Marx. No episódio dos ataques, a obra foi arrancada da parede, suja com urina e pó de extintor de incêndio.

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, cantou o hino nacional. Em seguida, em vídeo institucional, os chefes do Executivo, do Judiciário e do Legislativo apareceram dizendo que as pessoas não deviam esquecer a data de 8 de Janeiro de 2023, para que nada parecido se repita.

Além de Lula e Pacheco, estava presente o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Roberto Barroso (STF). Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados, não compareceu por problemas de saúde familiar.

O tom dos discursos seguiu o que disse o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Alexandre de Moraes: “A democracia venceu”. A 1ª a falar foi Fátima Bezerra, governadora do Rio Grande do Norte, em nome dos governadores.

Lula planejou uma fala dura contra os envolvidos nos ataques de 1 ano atrás, apesar de convocar a união dos brasileiros.

Antes do evento, o petista disse que seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL), planejou e não assumiu os ataques extremistas do 8 de Janeiro, em Brasília. Declarou que Bolsonaro “não aceitou” o resultado da eleição presidencial de 2022.

Fonte: Poder360
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