Carlos Bolsonaro, a maior vítima viva do verdadeiro “gabinete do ódio” Carlos Bolsonaro, a maior vítima viva do verdadeiro “gabinete do ódio” Carlos Bolsonaro, a maior vítima viva do verdadeiro “gabinete do ódio” Pular para o conteúdo principal

Carlos Bolsonaro, a maior vítima viva do verdadeiro “gabinete do ódio”

É fato e de conhecimento público que tentaram (e ainda tentam) de todas as formas possíveis imputar ao presidente Jair Bolsonaro e ao seu filho Carlos Bolsonaro a criação de um suposto "gabinete do ódio" que supostamente comandava uma "milícia digital" para difundir fake news.


Teve até CPI para investigar. Participações especiais de diversas instituições da República com objetivo de comprovar a existência desse tal "gabinete do ódio".

Nada. Absolutamente nada foi provado. Por óbvio. Nunca existiu !

E acusaram de todas as formas o Carlos Bolsonaro de ser o operador desse suposto gabinete.

Infelizmente ficou registrada essa história. Afinal, essa perseguição tem método.

Basta pesquisar no Google "gabinete do ódio" que aparece no topo da página a Wikipedia e ali todas as mentiras sórdidas que inventaram.


Plagiando uma frase do Jair Bolsonaro, que não é de sua autoria, registro:
João 8:32 - Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

A verdade começa a vir a tona, infelizmente com a morte trágica da jovem Jéssica Vitória.

Os detalhes todos estão acompanhando nas redes sociais.

Verdadeiras milícias digitais "legalizadas" e instrumentalizadas por recursos públicos. É "tudo pela democracia", diria o Carlos.

Verdadeiros gabinetes do ódio contra Jair Bolsonaro, sua família e seus apoiadores.


E não esqueçamos, já conseguiram tornar Jair Bolsonaro inelegível, cassaram parlamentares, silenciaram jornalistas e comediantes, prenderam inocentes. A Jéssica Vitória Canedo morreu!

Páginas das redes sociais envolvidas na morte da jovem Jéssica começam a ser desativadas e bloqueadas pelos donos. Por que será?

Existem suspeitas até de interferência coordenada nas últimas eleições no Brasil. Milícias digitais e "gabinete do amor", ops, "do ódio", tudo a favor de determinado grupo político.

Hoje, dia 3 de janeiro, às 6:44 h, Carlos Bolsonaro desabafou em seu Twitter ( X ):
"Sendo pela democracia vale tudo e todo o exposto nas últimas horas e nenhum pio de quem diz que combate as tais milícias digitais, gabinetes do ódio, pagamentos indevidos e etc.

Aqueles que acusam os outros de terem patrocinado algo e jamais provaram nada, há não ser pessoas com movimentos espontâneos munidas de um sentimento.

Criaram até inquéritos, buscas e apreensões, ameaças, mandados, alardes com a imprensa, tornaram um presidente inelegível e por aí vai… 

Então surgem ligações e pagamentos com dinheiro dos impostos do povo de governos de esquerda expondo uma vasta teia de desinformação que podem ser entendidos facilmente como abuso de poder econômico, utilizando-se de calúnias, injúrias, difamações, estímulo a assassinatos e muito mais e até agora nada aconteceu com aquela espontaneidade jurídica jamais vista. Por que será?"

Compartilho da indignação de Carlos Bolsonaro e também questiono, aonde anda a ESPONTANEIDADE JURÍDICA de outrora?

Pelo andar da carruagem a verdadeira milícia digital, o verdadeiro gabinete do ódio tem "cor e número", além de ser liderado por "saias" e curtir uma champanhe no exterior.

Henrique Alves da Rocha Jornal da Cidade
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