Tumulto na Câmara quase termina em pancadaria durante questionamento a ministro de Lula, (Veja o Vídeo) Tumulto na Câmara quase termina em pancadaria durante questionamento a ministro de Lula, (Veja o Vídeo) Tumulto na Câmara quase termina em pancadaria durante questionamento a ministro de Lula, (Veja o Vídeo) Pular para o conteúdo principal

Tumulto na Câmara quase termina em pancadaria durante questionamento a ministro de Lula, (Veja o Vídeo)

Durante sessão da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, que ouvia o ministro de Lula, Silvio Almeida, convocado para explicar o episódio em que seu ministério pagou a passagem e a hospedagem para que a esposa de um chefe de facção criminosa participasse de um evento, houve um intenso tumulto quando o ministro perdeu a calma ao ser questionado sobre a seletividade aplicada por seu ministério no tratamento dos direitos humanos. 

O deputado Messias Donato lamentou ataques feitos à presidente da Comissão, a deputada Bia Kicis, e apontou que o desrespeito ao Congresso e aos representantes eleitos pelo povo brasileiro é uma marca do governo Lula e de seus integrantes. Ele disse: “mas não dá para esperar muito de um ministério que paga passagem e hospedagem para a ‘dama do tráfico’”.

 O deputado, então, se queixou do deboche que o ministro demonstrava durante sua fala. Enquanto Donato lembrava escândalos dos governos petistas, deputados da extrema-esquerda iniciaram uma gritaria, para impedi-lo de falar, como é a prática desse grupo político. 

Quando a deputada Bia Kicis lhe lembrou que não era seu papel censurar ninguém, o deputado Jorge Solla gritou ininterruptamente e tentou impedir a fala do deputado Messias Donato. O deputado, então, lembrou que o preso político Clériston Pereira da Cunha morreu no cárcere. Ele disse: “eu estive lá, no velório, e esperava que o Estado mandasse alguém lá, para ser solidário com a família”. 

Ele lembrou o ministro que há outros presos políticos que podem vir a óbito e questionou o ministro Silvio Almeida se há ações de seu ministério em relação aos presos políticos, que têm seus direitos humanos violados. O deputado Gilvan da Federal protestou contra os deputados da extrema-esquerda que estavam tumultuando a sessão, e cobrou o ministro sobre as ações de seu ministério em relação às violações de direitos dos presos políticos.

 O deputado teve seu microfone cortado ao dizer que estava pedindo uma CPI para investigar as ligações do ministério de Silvio Almeida e também do ministério de Flávio Dino com o crime organizado. Apesar da deputada Bia Kicis dar a palavra ao ministro para se explicar, instalou-se um tumulto porque vários deputados da extrema-esquerda avançaram em grupo para cima do deputado Gilvan da Federal, agredindo-o verbalmente enquanto o ministro Silvio Almeida gritava. 

A sessão foi encerrada sem que o ministro explicasse se seu ministério tem ligações com o crime organizado. No contexto atual do Brasil, muitas pessoas estão sendo tratadas como sub-cidadãos, pelo simples motivo de terem manifestado apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Por expressarem suas opiniões, são alvo de CPIs, de inquéritos secretos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal, ou são vítimas de medidas arbitrárias como prisões políticas, apreensão de bens, e exposição indevida de dados, entre outras. Para esses “sub-cidadãos”, não há direitos humanos, garantias fundamentais ou devido processo legal.
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