PF quer criar diretoria para cuidar da segurança de Lula, mas teme gera impasse no governo PF quer criar diretoria para cuidar da segurança de Lula, mas teme gera impasse no governo PF quer criar diretoria para cuidar da segurança de Lula, mas teme gera impasse no governo Pular para o conteúdo principal

PF quer criar diretoria para cuidar da segurança de Lula, mas teme gera impasse no governo



O Ministério da Justiça e Segurança Pública estuda a criação de uma diretoria na Polícia Federal para ficar responsável pela segurança presidencial e dos familiares do presidente, mas enfrenta resistência de outros setores do governo. Desde o início do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o tema tem gerado conflito entre a corporação e o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que hoje é responsável pela segurança de Lula em um formato que já conta com a participação de policiais federais.

O R7 apurou que o Ministério da Justiça e Segurança Pública trabalha na elaboração de um decreto para incluir a segurança presidencial e de dignitários entre as competências da pasta e da Polícia Federal. A ideia do ministério é criar, no âmbito da PF, uma Diretoria de Segurança Presidencial e Proteção à Pessoa, com atribuições relacionadas à segurança do presidente da República, do vice-presidente da República e dos familiares de ambos.

A proposta da pasta foi enviada para análise do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), que em um primeiro momento se manifestou contrário à criação da diretoria. A pasta destacou que o GSI já conta com uma secretaria para cuidar exclusivamente da segurança do presidente, chamada de Secretaria de Segurança Presidencial, e disse que instituir um novo órgão para exercer a mesma função não é recomendável.

“O entendimento técnico é que a existência de dois órgãos executando a mesma competência, além de gerar o risco de sobreposição de atuação no exercício da competência, implica também em aumento dos recursos envolvidos (estruturas/cargos) para atendimento da atividade”, opinou o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.

A pasta frisou, ainda, que a análise técnica sobre a proposta do Ministério da Justiça e Segurança Pública “deixa dúvidas sobre a necessidade de criação de estrutura no âmbito da Polícia Federal, dado que o escopo de tal unidade prevê a execução de competências, em sua maioria, condicionadas (se 'demandadas' ou determinadas pelo ministro do MJ)”.

“Adicionalmente, há o estabelecimento de previsão de competências que já são executadas pela Polícia Federal sem a necessidade de existência de unidade para esse fim (segurança de candidatos presidenciais), bem como a assunção de competências (segurança institucional, proteção à pessoa, de grandes eventos e de depoentes especiais), que já são realizadas pela Diretoria de Polícia Administrativa da PF”, alertou o MGI.

Ao R7, o Ministério da Justiça e Segurança Pública disse que “a proposta da nova diretoria da Polícia Federal que está em discussão não se refere somente à segurança do presidente, do vice-presidente e suas famílias”.

Segundo o ministério, “é uma proposta mais ampla, que visa fortalecer o trabalho da Polícia Federal na proteção a pessoas, tais como candidatos à Presidência da República, autoridades federais, dignitários estrangeiros, depoentes especiais e segurança em grandes eventos”.

Segundo a pasta, ainda não há data para a criação formal da estrutura.

FONTE: R7

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