Marcos Braz tem de entender: Ele não é dono do Flamengo, o CRF é muito maior que ele Marcos Braz tem de entender: Ele não é dono do Flamengo, o CRF é muito maior que ele Marcos Braz tem de entender: Ele não é dono do Flamengo, o CRF é muito maior que ele Pular para o conteúdo principal

Marcos Braz tem de entender: Ele não é dono do Flamengo, o CRF é muito maior que ele

 


O vice-presidente de futebol do Flamengo, Marcos Braz, se pronunciou oficialmente pela primeira nesta quinta-feira (21/9), após se envolver em uma briga com torcedores em um shopping no Rio de Janeiro, na última terça (19/9). Em entrevista coletiva realizada no Ninho do Urubu, Braz comentou sobre o ocorrido. Segundo ele, a briga começou após um dos envolvidos ofender sua filha.

A versão de Braz sobre o ocorrido

O dirigente do Flamengo afirmou que foi ao shopping para comprar o presente para sua filha, que ia comemorar os 15 anos no dia seguinte. Braz afirmou que enquanto estava dentro de uma das lojas, um grupo de torcedores iniciaram as críticas e cobranças. Neste período, o vice-presidente afirmou que ouviu em silêncio as reivindicações.

“Quando eu estava dentro da loja, conversando com a vendedora, duas ou três pessoas começaram a questionar e fazer cobranças. Neste momento eu não abri a minha boca, não falei nada. Uma pessoa, torcedora de outro time, me disse: ‘Braz, é isso mesmo que vocês passam?’ Eu disse: ‘É isso mesmo’.”, relatou.

Na sequência os torcedores teriam ido embora. A filha do dirigente teria entrado na loja após a saída, e com isso, um dos torcedores teria retornado ao local, desta vez ameaçando Marcos Braz. A briga, de acordo com o vice-presidente, teria ocorrido após o torcedor ter ofendido sua filha

“Assim que minha filha e as amigas saíram da loja para olhar a vitrine, chegou o rapaz. Ele chega e começa com as ameaças, dessa vez de maneira diferente. Eu falei: ‘Minha filha está do lado aqui, cara. Você está me ameaçando’, e eu repeti várias vezes que minha filha estava ali e ele seguiu me ameaçando, a última fala dele foi: ‘foda-se a sua filha’”, revelou.

Durante o discurso, Braz fez questão de reforçar que não estava acompanhado de seguranças no momento da confusão. Por isso, aguardou a chegada da polícia e dos seguranças do shopping, para que pudesse deixar o local. O vice-presidente ainda pontuou que a situação não tem a ver com o atual momento do time.

“Eu fui ameaçado, e ameaçado de morte do lado da minha filha de catorze anos”, pontuou Braz.

Ele se desculpou por não ter se preparado para não saber lidar com ameaças de morte. Marcos Braz ainda fez questão de destacar sua situação no clube.

“Quem determina a minha continuação ou não é o atual presidente do Flamengo, Rodolfo Landim. E, ao que me consta, estaremos juntos aqui em 2024”, afirmou.

Relembre polêmica

Marcos Braz estava acompanhado da filha e de amigos em um shopping, na Barra da Tijuca, quando foi abordado por dois torcedores do Flamengo, que alegavam ser membros de uma das organizadas.

Eles protestaram contra a atuação do dirigente, o momento da equipe, e cobraram as saídas do técnico Jorge Sampaoli e do atacante Gabigol.

“Aí, Marcos Braz, chega aí, nós somos Torcida Jovem. Dar um papo em tu, bagulho não está maneiro, não. É cobrança, isso aqui é Flamengo. Maior bagunça, tu comprando Pandora, maior desenrolo para ir para jogo, ingresso caro. Como é que a gente vai para São Paulo agora? Nós somos torcedores, isso aqui é Flamengo. Está certo o que você está fazendo? Isso aqui é cobrança”, disparou um dos torcedores.

A confusão começou após Braz e um amigo saírem de uma loja. Após o episódio, vários torcedores se juntaram em frente ao estabelecimento e protestaram contra o dirigente. Ele precisou ser escoltado por seguranças e policiais para deixar o local. Tanto Marcos Braz quanto o torcedor foram para a delegacia, onde prestaram depoimento.

Braz acabou com o nariz quebrado, e o torcedor alegou que foi mordido na virilha pelo vice de futebol do clube. De acordo com a polícia, trata-se de agressão e ameaça, e o caso ficará sob os cuidados do Juizado Especial Criminal (Jecrim).

FONTE: Metrópoles

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