Após pressão, Barroso aceita convite e vai à Câmara discutir voto impresso
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Após pressão, Barroso aceita convite e vai à Câmara discutir voto impresso



O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, aceitou convite do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), para participar, na próxima quarta-feira (9), de uma sessão no plenário da Casa.

A informação é da coluna Painel.

O encontro visa debater temas eleitorais, como combate às fake news e tão aguardado voto impresso.

Recentemente, em entrevista ao jornal O Globo, Barroso disse que não há lugar na democracia brasileira para a “não aceitação dos resultados legítimos das urnas”.

Ao defender o sistema eletrônico de votação, ele fez questão de frisar que já “passou o tempo de golpes, quarteladas, quebras da legalidade constitucional. Ganhou, leva. Perdeu, vai embora”.


A confiabilidade da urna eletrônica tem sido questionada por milhões de brasileiros. Recente, conforme registrou o Conexão Política, manifestantes foram às ruas no Dia do Trabalhador para apoiar o voto auditável.

No início de maio, a deputada Bia Kicis (PSL-DF), atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), veio a público para rebater a narrativa de que a medida estaria enfrentando rejeição no Congresso.

Segundo ela, apesar de o tema ser liderado pela ala conservadora, grande parte dos parlamentares estão enxergando o projeto com bons olhos, além de já acenarem positivamente em defesa da aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) 135/19, que torna obrigatória a impressão do voto nas eleições para que seja possível auditar o resultado das urnas eletrônicas.

Além disso, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), decidiu instalar uma comissão especial para analisar a PEC.

Barroso, no entanto, disse que a votação por meio de urnas eletrônicas já é auditável “do primeiro ao último passo”.

De acordo com o magistrado, “a principal razão da desconfiança é o desconhecimento de como o sistema é seguro, transparente e auditável”.

*Conexão Política 

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