Em nome da “diversidade”, DC e Marvel investem em heróis LGBT
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Em nome da “diversidade”, DC e Marvel investem em heróis LGBT


Em nome da “diversidade”, estúdios famosos há décadas por seus clássicos super heróis com um arquétipo bem definido como figuras masculinas ou femininas de décadas passadas, quando foram criados, resolveram se render ao contexto contemporâneo do século XXI. Nomes clássicos como Capitão América, por exemplo, agora serão os novos representantes do universo LGBT.

Em junho, o tradicional herói será encarnado nos gibis por Aaron Fisher, jovem gay com piercings e tatuagens por todo o corpo. E o América não está sozinho como integrante da comunidade LGBT a ocupar o espaço antes destinado aos fortões dos desenhos — tanto a Marvel quanto sua arquirrival, a DC Comics, anunciam estreias do tipo para este ano.

Aaron Fisher é o personagem principal da primeira edição da série limitada Os Estados Unidos do Capitão América, na qual Rogers, o América original, junto com capitães de outros períodos, empreende uma espécie de road trip em busca de pessoas que, como ele, defendem os fracos e oprimidos.


A tendência de ter homossexuais no panteão dos super heróis tem crescido nos últimos sob a justificativa de “atender à demanda por maior representatividade”. A DC Comics, do Super-Homem e do Batman, igualmente planeja para junho, o mês do orgulho LGBT, o lançamento da DC Pride, uma coletânea escrita e desenhada por simpatizantes e integrantes da comunidade LGBT.

Neste contexto, fará sua estreia como protagonista a super-heroína trans Dreamer, em uma história escrita por outra trans, a atriz Nicole Maines. Faz parte da coleção DC Pride nove capas artísticas com referências LGBT, tenha ou não o herói envolvido alguma relação com a comunidade.

Na lista contam, entre outros, Super-Homem e Mulher-Maravilha, que não têm qualquer relação com o universo LGBT, mas também apresenta nomes como Hera Venenosa e Arlequina, que já viveram um romance homossexual.

Em protesto contra a tendência LGBT no universo das histórias em quadrinhos, a rede conservadora Newsmax lançou a pergunta “Onde o mundo foi parar?”, concluindo que os Estados Unidos estão “ficando malucos”.

*Pleno News

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