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CR7 não viaja com Al-Nassr por risco de receber 99 chibatadas

Cristiano Ronaldo, conhecido como CR7, não acompanhou o Al-Nassr em uma viagem ao Irã para um jogo contra o Esteghlal, válido pela Liga dos Campeões da Ásia, em 3 de março de 2025. O motivo é um suposto risco de ele receber 99 chibatadas por adultério, conforme reportado por veículos como o jornal espanhol Marca. A situação remonta a 2023, quando Ronaldo, durante uma visita anterior ao Irã com o Al-Nassr, encontrou-se com Fatemeh Hammami Nasrabadi, uma artista iraniana com deficiência que pinta com os pés. Ela presenteou o jogador com um quadro de seu rosto, e ele retribuiu com um abraço e um beijo na testa. Esse gesto, segundo as leis iranianas, poderia ser interpretado como adultério, já que o contato físico não envolveu sua parceira oficial. A legislação local prevê punições severas, como até 99 chibatadas, para atos considerados transgressões morais. O incidente de 2023 ganhou repercussão após imagens do encontro circularem amplamente, gerando controvérsia no país. Diante disso, a ausência de Ronaldo na partida foi uma medida cautelar para evitar possíveis complicações legais. O Al-Nassr, clube saudita onde Ronaldo joga desde 2023, teria tentado contornar a situação pedindo que o jogo fosse disputado em campo neutro. No entanto, o pedido foi rejeitado pelo Esteghlal, time iraniano adversário, o que levou o clube a optar por deixar o craque fora da lista de relacionados. O técnico Stefano Pioli divulgou os convocados no domingo, 2 de março, sem incluir o nome do português. Assim, a decisão reflete uma estratégia para proteger o jogador de qualquer risco durante a viagem. Aos 40 anos, Ronaldo vive um momento de destaque no futebol saudita, sendo o artilheiro do Campeonato Saudita com 17 gols na temporada atual. Ele soma mais de 925 gols na carreira e mantém o objetivo de alcançar a marca de mil gols antes de se aposentar. Sua média de 0,92 gol por partida indica que, mantendo o ritmo, ele pode atingir esse feito por volta de 2026. A ausência no jogo contra o Esteghlal não parece estar ligada a questões físicas ou técnicas, mas sim a esse contexto específico. O caso destaca as diferenças culturais e legais entre países, especialmente em relação a gestos que, em outras partes do mundo, seriam vistos como simples demonstrações de cortesia. No Irã, onde as leis são baseadas em interpretações estritas da sharia, ações como essa podem ser enquadradas em categorias morais rígidas. Isso coloca figuras públicas como Ronaldo em situações delicadas ao viajar para certas regiões, exigindo cuidados extras de suas equipes. Enquanto isso, o Al-Nassr segue na competição asiática sem sua principal estrela para essa partida. Ronaldo, por sua vez, permanece na Arábia Saudita, longe de qualquer possibilidade de confronto com as autoridades iranianas. O episódio reforça como a carreira de um atleta global pode ser influenciada não só pelo desempenho em campo, mas também por questões legais e culturais fora de seu controle.

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