Hilário: Nova Zelândia usa música ‘Baby Shark’ para tentar dispersar atos contra medidas restritivas, (Veja o Vídeo)
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Hilário: Nova Zelândia usa música ‘Baby Shark’ para tentar dispersar atos contra medidas restritivas, (Veja o Vídeo)


No domingo (13), autoridades da Nova Zelândia adotaram estratégia incomum para tentar dispersar manifestantes que, há uma semana, protestam contra medidas restritivas para conter a pandemia.

As autoridades do país tocaram músicas como “Macarena” e “Baby Shark” para tentar incomodá-los e fazê-los deixar o entorno do Parlamento neozelandês. “You’re Beautiful”, de James Blunt, também compôs a playlist.

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A medida, porém, parece não ter surtido efeito. Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram que, a despeito do que esperavam as autoridades, os manifestantes aproveitaram as canções para dançar no gramado do local e tirar sarro da tentativa.

O superintendente policial da capital Wellington, Corrie Parnell, criticou a tática adotada pelas autoridades do Parlamento, que parece ter incentivado os manifestantes a permanecerem onde estão.

“Certamente é uma tática e uma metodologia que não endossamos e preferimos que não tivesse ocorrido”, declarou à rádio New Zealand.

Centenas de manifestantes estão concentrados no local, inspirados pelos “comboios da liberdade”, atos contra a obrigatoriedade do passaporte vacinal que ocuparam cidades do Canadá há três semanas e chagaram a bloquear a ponte Ambassador, importante elo econômico com os EUA, na fronteira entre os dois países.

Nem sequer a passagem do ciclone Dovi pela Nova Zelândia, neste fim de semana, retirou as pessoas. Ventos de até 130 quilômetros por hora atingiram Wellington e outras regiões, causando quedas de energia, deslizamentos de terra e evacuações. A polícia pediu que as pessoas evitassem viagens não essenciais, e muitas estradas foram bloqueadas.

A polícia local chegou a prender mais de 120 manifestantes na quinta-feira (10), quando houve enfrentamento com o grupo, mas agora tem defendido uma abordagem mais discreta.

O superintendente Parnell disse que não se trata de uma questão que será resolvida com prisões e que é preciso uma negociação com boa-fé de ambas as partes.



*Gazeta Brasil 

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